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Catarata · São Paulo

Cirurgia de catarata em São Paulo

A catarata é a perda de transparência do cristalino, a lente natural do olho. O tratamento é cirúrgico: o cristalino opaco dá lugar a uma lente intraocular, e o procedimento também pode ser a chance de depender menos dos óculos.

Quais são os sinais da catarata?

A catarata costuma chegar devagar, e muita gente só percebe o quanto enxergava mal depois do procedimento. Os sinais mais comuns são:

  • Visão embaçada ou enevoada, como se houvesse um vidro sujo à frente dos olhos
  • Ofuscamento com faróis e luzes, principalmente à noite
  • Cores mais apagadas ou amareladas do que antes
  • Trocas frequentes de grau que já não resolvem
  • Necessidade de mais luz para ler, cozinhar ou fazer trabalhos manuais

Quando operar?

Não é preciso esperar a catarata "amadurecer". A indicação depende do quanto ela atrapalha a sua rotina: dirigir, ler, trabalhar, se locomover com segurança. Com a técnica atual, operar antes de a catarata ficar muito densa costuma tornar o procedimento mais simples.

Não existe colírio nem vitamina que reverta a catarata. Quando ela começa a limitar a sua vida, o caminho é a avaliação.

Como é a cirurgia?

A técnica padrão é a facoemulsificação. Por uma incisão pequena, de 2 a 3 milímetros, o cristalino opaco é fragmentado com ultrassom e aspirado. No lugar dele entra uma lente intraocular dobrável, que fica no olho de forma definitiva.

Na maioria dos casos, o procedimento é feito com anestesia em colírio e sedação leve, sem pontos e sem internação.

A catarata como chance de viver com menos óculos

Como o cristalino vai ser trocado de qualquer forma, a lente intraocular escolhida define como você vai enxergar depois. É aqui que a cirurgia de catarata encontra o Método Vida Sem Óculos: além de devolver a nitidez, a lente certa pode reduzir a dependência dos óculos para longe, para o intermediário e, em muitos casos, para perto.

Qual lente escolher?

As lentes intraoculares se dividem em categorias, conforme as distâncias que focam:

  • Monofocal: foco em uma distância, geralmente longe, com ótima nitidez; em geral pede óculos para perto
  • Foco estendido (EDOF): faixa contínua de longe ao intermediário, com menos halos à noite
  • Multifocal e trifocal: distribuem o foco entre longe, intermediário e perto, para mais independência dos óculos na maioria dos casos
  • Tórica: versão de qualquer categoria que também corrige o astigmatismo

Não existe uma lente ideal para todo mundo. A escolha depende dos exames, da saúde do olho e da sua rotina, e é uma conversa que acontece com calma, na consulta.

Como é a recuperação?

A visão costuma melhorar nos primeiros dias. Nas semanas seguintes, você usa colírios, evita coçar os olhos e segue as orientações de repouso e de retorno. Os dois olhos são operados em dias diferentes.

Meses ou anos depois, a membrana que envolve a lente pode ficar opaca e deixar a visão embaçada de novo. Isso não é a catarata voltando: chamada de opacificação da cápsula posterior, essa alteração é tratada com um laser rápido, no consultório.

Toda indicação começa na consulta

O momento do procedimento e a lente mais adequada dependem da avaliação individual, com exames. Se a catarata já atrapalha o seu dia a dia, vale conversar sobre o seu caso.

Dr. Gustavo Ramos Ribeiro
Dr. Gustavo Ramos RibeiroOftalmologista · CRM-SP 151.184 · RQE 68.659

Conteúdo informativo. Não substitui a consulta: toda indicação depende de avaliação individual e dos exames de cada paciente.

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